Crer faz mais de 20 mil teleatendimentos durante pandemia 

Encurta a distância entre pacientes e profissionais e utiliza aparatos tecnológicos 

Diante da pandemia do novo coronavírus, o Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer), unidade do Governo de Goiás, encurta a distância entre pacientes e profissionais da saúde e utiliza de aparatos tecnológicos para dar continuidade e suporte aos atendimentos.

Desde quando foi decretada, em março, a situação de emergência da saúde pública no Estado, os profissionais do Crer realizaram mais de 20 mil atendimentos a pacientes por meio de comunicação digital.

As recomendações sanitárias decorrentes da pandemia exigem novas estratégias por parte das instituições de saúde. Além dos aspectos de biossegurança inerentes ao enfrentamento de uma infecção viral, o acompanhamento do quadro clínico dos pacientes requer novas abordagens e, nessa tarefa, a tecnologia da informação tem sido uma aliada providencial. Trata-se de um esforço em seguir as recomendações de isolamento e distanciamento social, sem deixar de dar apoio aos pacientes.

Hospital especializado no cuidado de pacientes em reabilitação física e intelectual, o Crer conta com uma equipe de arteterapeutas, assistentes sociais, educadores físicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, musicoterapeutas, pedagogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais que garantem  prioridade à segurança dos pacientes, ao estabelecer orientações terapêuticas remotas. Os atendimentos são realizados por meio de ligações telefônicas, mensagens e envio de vídeos orientativos em plataformas de comunicação instantânea.

Vínculo fortalecido

A gerente de Reabilitação Física e Visual Mariana, Machado Robles Sanches, ressalta que a iniciativa tem fortalecido o vínculo entre os terapeutas, os pacientes e seus familiares. "Nas primeiras ligações, os pacientes ficavam felizes em receber a ligação dos profissionais do Crer. Ficaram sensibilizados mesmo." 

Mariana acrescenta que esses momentos têm sido elucidativos para ambas as partes, porque "os pacientes e familiares usam este momento para tirar dúvidas tanto sobre o seu quadro clínico, novas situações que possam aparecer no período, até sobre a Covid-19 mesmo. E os terapeutas conseguem dar continuidade ao seu trabalho", esclarece a gerente.

Comunicação Agir

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